Equilibrando Sonhos e Deveres!
O grande conflito da minha jornada!
Olá, amigos,
Hoje, quero compartilhar algo bastante pessoal, mesmo sabendo que muitos de vocês provavelmente esperam dicas para criar negócios e gerar rios de dinheiro, correto!?
Mas, posso ser sincero? Mesmo tendo (no momento) um MRR em torno de 6k dólares, facilidade para pensar e criar coisas, etc. Eu tenho percebido que o equilíbrio emocional é o meu maior desafio. E vou lhes contar o porquê.
Estou nesta jornada de equilíbrio entre sonhos e deveres. A jornada de um homem com um trabalho 9-5, que sonha em ser empreendedor, e que ainda tem a responsabilidade de ser marido, pai e filho. Essa é a história real que estou vivendo.
O conflito é diário. O sonho de construir algo meu, de ser meu próprio chefe, contrasta com a realidade do trabalho que paga as contas* e a necessidade de estar presente para a minha família.
*diversificar, lembra!? Já falei sobre isso…
Minha jornada é desafiadora, com noites de insônia, finais de semana trabalhando no meu projeto pessoal, e a luta constante para não negligenciar minha família. Nesse cenário, o tempo é o grande vilão.
Estamos agora no clímax desta história, que se desenrola todos os dias na minha vida. Entre o sonho de empreender e os deveres diários, as escolhas difíceis são uma constante.
E aqui, meus amigos, é onde o equilíbrio emocional entra. É ele que nos permite entender nossas prioridades, avaliar nossos limites e aprender a lidar com frustrações e conquistas. O sucesso do empreendedorismo não está apenas nas técnicas e estratégias, mas principalmente na nossa capacidade de lidar com os altos e baixos emocionais que essa jornada nos apresenta.
Ainda estou buscando a resolução da minha história, porque estou vivendo ela agora. Compartilho isso com vocês para que possamos trocar experiências, conselhos e, acima de tudo, para que saibam que não estão sozinhos nessa.
Convido vocês a compartilharem seus desafios e a maneira como estão lidando com eles. Vamos conversar sobre isso nos comentários. Lembre-se, é juntos que conseguiremos encontrar o equilíbrio que tanto buscamos.
Se conhece alguém que possa se beneficiar desta conversa, por favor, compartilhe esta newsletter. O apoio mútuo é uma das nossas maiores forças.
Continuaremos juntos nessa jornada, sempre buscando o equilíbrio.
Até a próxima,
Diego Castro



Olá Diego, primeiro parabéns por abrir algo tão intimo de forma tão clara e segura.
Eu acredito que podemos ser felizes de maneiras bem simples, no entanto desaprendemos isso na medida que nossa vida escala e se torna complexa. Isso é pode ser assim para nós e para todos que nos rodeiam. Muitas vezes, talvez por estarmos completamente afundados em tantas coisas, nós perdemos a referência do "Será que gastar essa energia nisso realmente tem valor?".
Parece cliche, mas no meu caso em específico, eu adotei a prática da meditação e terapia holística semanalmente. Isso tem um poder imenso e eu só percebi com o tempo.
O ponto principal disso é que, em meio a projetos, trabalho, família, dinheiro, etc, nós não nos permitimos vivenciar algo silencioso e calmo entre nós com nós mesmos. Tudo que nossa vida é, gera algum tipo de ruído mental que as vezes nos tira a clareza real do "ser ou não ser". Com isso a gente simplesmente "vai sendo..." mesmo sem re-analisar se estamos sendo alguém positivo para nós mesmos.
O dinheiro ser alto é uma vitória, principalmente para quem for self-made ou ter tido uma infância humilde (como foi meu caso nos dois exemplos). Mas o fato é que ele é apenas um facilitador e podemos usá-lo para descobrir coisas que nos levem além, como por exemplo, aprender coisas que jamais aprenderíamos sem ele, ir para lugares incríveis, conhecer pessoais incríveis, etc. Porém, se você analisar bem tudo isso, essas coisas não só tem relação com o dinheiro mas também com o "tempo". Tempo este que, se você tiver MUITO dinheiro e não tiver muito tempo, de nada adiantaria.
Engraçado como tudo isso é complexo de parafrasear e é muito fácil perder o ponto em meio a tantos pensamentos, para me trazer de volta para realidade, meu ponto crítico é:
"Entendermos que não é o dinheiro em si mas sim o tempo para usufruir ele."
Com isso, a gente anda em uma linha para ganhar um poder novo:
"Como ganhar o mesmo (ou mais) com menos esforço para que sobre mais tempo?"
Mas isso só funciona quando a gente percebe o valor do tempo e consegue pensar em afazeres que nos agradará. Algo pessoal, que mexe com nosso íntimo, algo grande que vale a pena o esforço.
Se não houver essa reflexão, o efeito de ganhar mais dinheiro será trabalhar ainda mais e se perder de si mesmo, entregar a vida inteira para o dinheiro achando que está com tudo mas na verdade se tornando escravo de si mesmo.
Honestamente não sei se minhas ideias vão ajudar em algo, mas espero que seja algo que contribua para sua reflexão, assim como ler seu texto e consequentemente escrever tudo isso, me ajuda a refletir do meu lado.
Um livro muito legal que me ajudou a ver o tempo de forma diferente foi o "trabalhe 4 horas por semana", é surreal pensar em como a vida do cara é top. E ele faz uma pergunta bem louco tipo:
"Você REALMENTE saberia como usar o seu tempo se não precisasse trabalhar tantas horas por dia? Ou ficaria depressivo por não ter nada para fazer e só saber trabalhar?"
Um abraço Diego, lhe desejo tudo de melhor!